1º debate — 20/11/21 — 16 horas

Roda de conversa com os realizadores:

– Gilmar Galache (Ascuri / #Kipaexoti / Jakaira)
– Jade Rainho (Flor brilhante e as cicatrizes da pedra)
– Rodrigo Arajeju (Índio cidadão?)

Mediação: Diego Souza (Coletivo Zanza / Cinecipó)

Gilmar Kiripuku Galache é Terena do Pantanal Sul Matogrossense. Possui graduação em Design (UCDB, 2018) e Mestrado em Desenvolvimento Sustentável, pela Universidade de Brasília (CDS/UNB 2017). Especializou-se em Cinema na Escuela de Cine y Arte de La Paz (ECA/Bolívia). É idealizador da Associação Cultural de Realizadores Indígenas – ASCURI ( www.ascuri.org ), onde atua como coordenador das estratégias, videomaker, designer gráfico, montador e fotógrafo. Atualmente é comunicador no instituto socioambiental.

Jade Rainho (1985), de Tucuruí – PA, é poeta, cineasta documentarista, educadora e ativista pelos Direitos Humanos & da Natureza. Jade Rainho coloca seus dons em movimento para servir à transformação amorosa da consciência humana e à preservação e defesa das culturas indígenas. Alguns de seus poemas concorreram a prêmios no Brasil e seu documentário de estreia, o curta-metragem Flor Brilhante e as cicatrizes da pedra, foi exibido em mais de 60 festivais, em 21 países e premiado no Brasil, Bolívia, Peru e México.
Rodrigo Arajeju é roteirista e diretor dos filmes Índio cidadão? (DF, 2014, 52′), Índios no poder (DF, 2015, 21′) e Tekoha – som da terra (DF/MS, 2017, 20′). Mestre em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt/UnB). Com experiências como assessor indigenista e realizador audiovisual desde 2008.
Diego Souza foi curador do 9ª CineCipó – Festival do Filme Insurgente, integrou o Júri Jovem da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes e a comissão julgadora da 2ª Mostra de Curtas do Cinecubo do IAB-SP. Como crítico, possui colaborações especiais com a Zagaia em Revista, Cinética e Cine Festivais antes de co-fundar o Coletivo Zanza de crítica, curadoria e pesquisa audiovisual.