Quinta-feira 6/10

16h – Programa 3 – Curtas (92′)

Acabou a copa – Dir. Patrick Zeiger e Tomás Camargo. , Fic, 13´, RJ, 2015

Durante a Copa do Mundo no Brasil em 2014, a cidade do Rio de Janeiro vive uma complexa esquizofrenia social. Uma fotógrafa ativista e um fã de futebol tem suas histórias influenciadas por este palco contraditório.

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Deda – Dir. Rati Tsiteladze. Fic., 10´, Georgia, 2015

Uma mãe solteira é forçado a esconder a existência de sua criança, por causa do contexto social e cultural de modo a não tornar-se objeto de julgamento e condenação.

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Corp – Dir. Pablo Polledri, Animl., 9´, Argentina, 2016

Ambição, exploração sexual, contaminação ambiental, degradação humana, mais-valia, corrupção e muito mais no fantástico mundo do livre mercado!

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Coroas – Dir. Isaac Donato e Marília Cunha, Doc., 14´, BA, 2015

Na maré baixa, pés no mangue. Na maré alta, muito samba no pé. O documentário “Coroas” retrata o cotidiano de marisqueiras e pescadores da terceira idade. O filme revela o “Voa Voa Maria”, grupo de samba de roda da Ilha de Vera Cruz, na Bahia. O dia a dia pelos manguezais dá samba.

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Dentro da luz (Into the light) – Dir. Myriam Fontaine, Exper., 3´, França, 2016

No meio da noite.

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Kamishibai – Dir. Tatiana Azevedo, Doc., 18′, SP, 2016

Um contador de histórias percorre com sua bicicleta algumas colônias japonesas no Brasil para contar a história da imigração no país e encontrar as diversas gerações que a protagonizaram.

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Sou Sem Terra, sou pobre, sou negão, sou revolução! – Dir. Brigada de Audiovisual Eduardo Coutinho – MST, Videoclip, 2′, 2015

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E o galo cantou – Dir. Daniel  Calil Cancado, Fic., 23´, GO, 2016

Em uma pequena propriedade rural, Pedro quer se abrir para o mundo e conhecer coisas novas, mas ele é o filho que ficou para cuidar da terra e da família.

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18h – Longa 2

Largou as botas e mergulhou no céu – Dir. Bruno Graziano, Cauê Gruber, Paulo Junior e Raoni Gruber, Doc., 75´, São Paulo, 2016

Dilemas e conflitos entre ficar ou partir, permanecer ou mudar, sagrado ou profano são costurados por personagens reais e fictícios entre o Natal e o Carnaval, o período sabático do Brasil. A região é o Nordeste. Explorando os limites entre documentário e ficção, Largou as Botas e Mergulhou no Céu é um filme sobre o brasileiro.

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19h15 – Programa 4 – Curtas (82′)

Operários da montanha – Dir. Ostaco Melo, Doc. 28´, MG, 2016

O filme mostra a contribuição pioneira do Tonico e do André ilha pra escalada em Rocha em Minas Gerais através da abertura e estímulo a diversas áreas de escaladas, como as do 3º grupo na Serra do Cipó, desde a década de 80.

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Zona habitável – Dir. Ana Luisa Lima, Fic., 13’, MG, 2015

O curta metragem se desenvolve numa narrativa de ficção científica. Trata-se de uma janela atemporal em que se pudesse contemplar o início do fim da vida humana na Terra como se conhece hoje ou, por outro lado, a possibilidade de um novo começo. Narrado em primeira pessoa, traz personificação da ideia de um “habitante de uma comunidade global” cujo enredo se desenrola a partir de sua memória e solidão. Zona Habitável traz à tona as contradições de nossa existência contemporânea: se de um lado, diariamente, viabilizamos modos de vida que consomem e ameaçam nossos recursos naturais a ponto de ser possível antever nossa própria destruição, do outro, temos os altos investimentos em uma corrida espacial que faz vislumbrar uma vida possível fora da Terra.

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Soberania – Dir. Gabriel de Moura, Fic., 3’, RJ, 2015

Num futuro próximo, o Rio de Janeiro será para poucos. Ana descobre que o preço para sua livre circulação está além do que sua classe pode pagar.

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Reis do Agronegócio – Chico César – Dir., André D’Elia, 10′, SP, 2015

Quilombolas, indígenas, agricultores familiares e ambientalistas se reuniram em Brasília para reivindicar a retomada da demarcação de terras indígenas e territórios tradicionais. Além de promover uma articulações politica para evitar retrocessos na legislação brasileira, a mobilização coletiva exige uma ordenação fundiária necessária para por fim nos atos de violência contra as populações tradicionais. O evento foi marcado por protestos, um sessão solene no Senado Federal e pela belíssima apresentação de Chico César, que cantou a música “Reis do Agronegócio”, com letra de Carlos Rennó.

Reis do Agronegócio - Chico César na Mob Nacional Indígena de 2015(1)

 

Na missão com Kadu – Dir. Aiano Bemfica,Kadu Freitas,Pedro Maia de Brito, 28’, MG, 2016

O encontro, a conversa, a lembrança, a tragédia.

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